Compositor: Não Disponível
Ela anda, arrastando-se como um cadáver
Com o coração, coração bem pra baixo
E aquela velha sensação confortável
Gela ela até os ossos
Ele fala, ninguém ouve
É, tá ficando chato
Mais uma dose pra anestesiar a dor
Logo ele vai sair pela porta
Saindo pela porta mais uma vez
E sozinhos, separadamente eles choram
Liberte-me dessa jaula
Liberte-me desses ossos
Estou presa e acorrentada
Levante-me dessa enchente
Estou me afogando nas minhas veias
Trate-me como uma adaga
Coloque-me no meu lugar
Trate-me como uma adaga
Coloque-me no meu lugar
Não parece que foi ontem
Que tudo estava bem
Como tudo muda rápido
Lendo entre as linhas
É assim mesmo, ó, como os danificados
Parecem amar sua própria espécie
E eles esperam que alguém os salve
Com medo demais de tentar
Ouça eles clamando por ajuda desesperadamente
Mas ninguém pode te salvar de si mesmo
Liberte-me dessa jaula
Liberte-me desses ossos
Estou presa e acorrentada
Levante-me dessa enchente
Estou me afogando nas minhas veias
Liberte-me dessa jaula
Liberte-me desses ossos
Estou presa e acorrentada
Levante-me dessa enchente
Estou me afogando nas minhas veias
Trate-me como uma adaga
Coloque-me no meu lugar
Trate-me como uma adaga
Coloque-me no meu lugar
Whoa, coloque-me no meu lugar